Procura-se um consolo enluarado
Uma paixão relativamente correspondida
Um amor meio esquecido
Uma fuga a cavalo
Dias febris interrompidos
Soluços inexoráveis
Em que terras solitárias nos perdemos
Em que rios íntimos
Solos débeis
Em que vastidão incompreensível
De colocar a língua toda
Desde a raiz
No poema regado para ti
Em que linhas corrosivas
Sórdidos limites da incompreensão

Oi!
ResponderExcluirEis-me aqui, retribuindo a sua gentil visita. Gostei do que vi e li, saiba disso.
Beijo!