segunda-feira, 7 de janeiro de 2013




Procura-se um consolo enluarado
Uma paixão relativamente correspondida
Um amor meio esquecido
Uma fuga a cavalo
Dias febris interrompidos
Soluços inexoráveis

Em que terras solitárias nos perdemos
Em que rios íntimos
Solos débeis
Em que vastidão incompreensível

De colocar a língua toda
Desde a raiz
No poema regado para ti

Em que linhas corrosivas
Sórdidos limites da incompreensão

Um comentário:

  1. Oi!

    Eis-me aqui, retribuindo a sua gentil visita. Gostei do que vi e li, saiba disso.

    Beijo!

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