terça-feira, 15 de abril de 2014



se tu vens à meia noite... 
abro a porta... 
se vens às três da madrugada... 
abro a porta... 
se vens às cinco da manhã... 
abro a porta... 
eis-me aqui, o sono já não me contém... 
as noites são vãs escuridões... 
a tua chegada é mais clara que o sol em pleno dia.

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